No final do ano, a nova temporada de The Crown causou várias dores de cabeça, ao mostrar a história de Diana e Carlos, e fez levantar um ódio por Camilla, nas redes sociais, que já estava esquecido há alguns anos.

Apreciada por uns, mas criticada por vários setores da sociedade britânica, a série levantou várias questões. No Twitter, a Netflix ressalvou a veracidade dos factos relatados em 'The Crown', reafirmando que poderiam ser comprovados no documentário 'Diana: In her own Words' - que contém gravações áudio da princesa, feitas secretamente pelo biógrafo Andrew Morton.

Essas gravações foram usadas como base para o livro publicado em 1992, 'Diana: Her True Story' e mais tarde para o documentário, onde os espectadores podem ver imagens reais de arquivo, enquanto a voz de Diana faz o relato, fazendo revelações duras. Duas das revelações contam como Lady Di tentou causar um aborto ao atirar-se escada abaixo enquanto estava grávida do príncipe William ou como o príncipe Carlos supostamente desejou que o príncipe Harry tivesse feito foi uma menina.

O documentário conseguiu sucesso mundial, mas os criadores mantiveram um ás na manga que agora faz o príncipe Carlos e sua mulher tremerem novamente. O cineasta americano Tom Jennings garantiu que em 'Diana: In Her Own Words' apenas uma hora daquelas gravações de Lady Di foi usada e que ele tem mais seis horas de gravações que ainda não foram ouvidas pelo público.

Ao Daily Mail, Jennings admite que a segunda parte do documentário causará uma reação semelhante no Palácio de Buckingham. "Há cerca de 140 pontos na história sobre os quais Diana fala durante as sete horas".

 

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